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Saúde

SE SEUS RINS ESTÃO EM PERIGO, SEU CORPO LHE DARÁ ESTES 21 SINAIS

A doença renal crônica é uma perda lenta e progressiva da função renal que ocorre ao longo dos anos.

Essa insuficiência renal é muito mais comum do que as pessoas imaginam,

Infelizmente, não é detectada até que esteja bem avançada.

As pessoas, por exemplo, só costumam perceber que têm insuficiência renal crônica quando o funcionamento dos rins está abaixo de 25% do normal.

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Nessa condição, níveis perigosos de resíduos e fluidos podem se acumular rapidamente no corpo.

O tratamento visa parar ou retardar a progressão da doença – isso geralmente é feito controlando a causa.

Confira algumas curiosidades sobre o problema:

– As causas podem ir desde a diabetes até doenças renais específicas, que incluem doença renal policística.

– Não há cura para a doença renal crônica, o que significa que o tratamento é focado na redução dos sintomas.

– O diagnóstico geralmente ocorre após exames de sangue,  dos rins ou biópsia.

A insuficiência renal crônica, ao contrário da insuficiência renal aguda, é uma doença lenta e gradualmente progressiva.

Mesmo que um rim pare de funcionar, o outro pode realizar funções normais.

É importante que as pessoas com alto risco de desenvolver doença renal tenham suas funções renais controladas regularmente.

Diagnosticar o quanto antes pode ajudar significativamente a prevenir danos graves nos rins.

Os sintomas mais comuns da doença renal crônica incluem:

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Anemia

Sangue na urina

Urina escura

Diminuição do estado de alerta mental

Redução na produção de urina

Edema  – pés inchados, mãos e tornozelos

Fadiga e/ ou dificuldade de dormir

Hipertensão (pressão alta)

Insônia

Coceira na pele persistente

Perda de apetite

Incapacidade de manter a ereção

Micção mais frequente, especialmente à noite

Cãibras musculares

Contrações musculares

Náusea

Dor no lado ou no meio para lombar

Falta de ar

Proteína na urina

Mudança repentina no peso corporal

Dores de cabeça

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Os rins realizam o complexo sistema de filtração em nossos corpos – o excesso de resíduos e o material fluido são removidos do sangue e excretados do corpo.

Na maioria dos casos, os rins podem eliminar a maioria dos materiais residuais que o nosso corpo produz.

No entanto, se o fluxo sanguíneo para os rins for afetado, eles não funcionam adequadamente por causa de danos ou doenças.

E, se a saída de urina estiver obstruída, problemas podem ocorrer.

Na maioria dos casos, o dano renal progressivo é o resultado de uma doença crônica (uma doença de longa duração), como:

– Diabetes

A doença renal crônica está ligada ao diabetes tipos 1 e 2.

Se o problema não estiver controlado, o excesso de açúcar (glicose) pode se acumular no sangue.

A doença renal não é comum durante os primeiros dez anos de diabetes, mas geralmente aparece  15 ou 25 anos depois do diagnóstico.

– Hipertensão (pressão alta)

A pressão alta pode danificar os glomérulos – partes do rim envolvidas na filtragem de resíduos.

– Fluxo de urina obstruído

Se o fluxo de urina é bloqueado, ela pode voltar para o rim, o que é chamado de refluxo vesicoureteral.

O fluxo de urina bloqueada aumenta a pressão nos rins e prejudica a sua função.

Causas possíveis incluem um aumento da próstata, pedras nos rins e tumor.

– Doenças renais

Isso inclui doença renal policística, pielonefrite ou glomerulonefrite.

– Estenose  da artéria renal

A artéria renal se estreita ou é bloqueada antes de entrar no rim.

– Certas toxinas

Isso inclui combustíveis, solventes (como tetracloreto de carbono) e chumbo,  tintas à base de chumbo, tubos e materiais de solda.

Até alguns tipos de joias têm toxinas, o que pode levar à insuficiência renal crônica.

– Problema de desenvolvimento fetal

Ou seja, os rins não se desenvolvem adequadamente no feto, enquanto o bebê se desenvolve no útero.

– Lúpus eritematoso sistêmico

Trata-se de uma doença autoimune.

O sistema imunológico do corpo ataca os rins como se fossem tecidos estranhos.

– Malária e febre amarela

Conhecidas por causar insuficiência da função renal.

– Alguns medicamentos

O uso excessivo de AINEs, anti-inflamatórios não esteroidais, como aspirina ou ibuprofeno.

– Abuso de drogas ilegais

Heroína ou cocaína, por exemplo.

– Lesão

Um golpe agudo ou lesão no rim pode ser uma causa.

Atualmente não há cura para doença renal crônica.

No entanto, algumas terapias podem ajudar a controlar os sintomas, reduzir o risco de complicações e retardar a progressão da doença.

Pacientes com doença renal crônica geralmente precisam tomar um grande número de medicamentos.

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Veja algumas instruções:

1. Combater a anemia

A hemoglobina é a substância nos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio vital ao redor do corpo.

Se os níveis de hemoglobina são baixos, o paciente tem anemia.

Neste caso, muitos que têm anemia e doença renal precisam de transfusões de sangue.

No entanto, na maioria dos casos, bastam suplementos de ferro para combater a doença.

2. Equilibrar o fosfato

Pessoas com doença renal podem não ser capazes de eliminar o fosfato do corpo adequadamente.

Por isso, os pacientes são aconselhados a reduzir sua ingestão nutricional de fosfato – isso geralmente significa reduzir o consumo de produtos lácteos, carne vermelha, ovos e peixe.

É possível também que seu médico prescreva medicamentos para hiperfosfatemia, que servem para inibir a absorção intestinal de fósforo.

3. Aumentar a vitamina D

Pacientes com doença renal têm baixos níveis de vitamina D.

E, para quem não sabe, ela é essencial para ossos saudáveis.

A vitamina D pode ser obtida num bom banho de sol ou através da comida.

Os pacientes também podem receber uma suplementação oral (cápsulas de vitamina D).

Infelizmente, como a função renal está prejudicada, essa suplementação será quase sempre ineficaz.

A exposição ao sol (sem exageros) é, por isso, a melhor forma de absorver a vitamina D para quem tem insuficiência renal.

4.  Baixar a pressão alta

A hipertensão arterial é um problema comum em pacientes com doença renal crônica.

É importante  baixar a pressão para proteger os rins e, posteriormente, diminuir a progressão da doença.

5. Reduzir a retenção de fluidos

Pessoas com doença renal crônica precisam ter cuidado com a ingestão de líquidos.

A maioria dos pacientes precisa restringir a ingestão de líquidos.

Se os rins não funcionam adequadamente, o paciente sofre mais com o acúmulo de fuidos.

6. Dieta

Seguir uma dieta adequada é vital para o tratamento eficaz da insuficiência renal.

Como mencionado acima, restringir a quantidade de proteína na dieta pode ajudar a retardar a progressão da doença.

A dieta também pode ajudar a aliviar os sintomas de náusea.

A ingestão de sal precisa ser cuidadosamente regulada para controlar a hipertensão.

O consumo de potássio e fósforo também pode precisar ser restrito.

7.  Evitar AINEs (anti-inflamatórios não-esteroides)

Os AINEs, como a aspirina ou o ibuprofeno, devem ser evitados e apenas tomados se o médico os prescrever.

Quando os rins estão em estado terminal, isto é, quando estão funcionando com  menos de 10 a 15% da capacidade normal, a dieta, os medicamentos e os tratamentos não são mais suficientes.

Os rins de pacientes com doença renal terminal não conseguem acompanhar o processo de eliminação de resíduos e fluidos – o paciente precisará de diálise ou de um transplante de rim para sobreviver.

A maioria dos médicos tentam atrasar a necessidade de diálise ou transplante de rim pelo maior tempo possível, porque eles carregam o risco de complicações potencialmente sérias.

Veja os fatores que podem complicar ainda mais a doença renal crônica:

– Uma história familiar de doença renal

– Idade – a doença renal crônica é muito mais comum entre pessoas com mais de 60 anos

– Aterosclerose

– Obstrução da bexiga

– Glomerulonefrite crônica

– Doença renal congênita (doença renal presente no nascimento)

– Diabetes – um dos fatores de risco mais comuns

– Hipertensão

– Lúpus  eritematoso sistêmico

– Superexposição a algumas toxinas

– Doença falciforme

– Alguns medicamentos

Se a doença complicar, o paciente passa a sofrer com:

– Anemia

– Danos no sistema nervoso central

– Pele seca  – ou alterações na cor da pele

– Retenção de fluidos

– Hipercalemia  (aumento dos níveis de potássio no sangue, o que pode resultar em danos ao coração)

– Insônia

– Menor desejo sexual

– Disfunção erétil masculina

– Osteomalacia  (ossos tornam-se fracos e quebram-se facilmente)

– Pericardite (o pericárdio, a membrana semelhante a um saco que envolve o coração, fica inflamado)

– Úlceras estomacais

– Sistema imunológico fraco

Para evitar que a doença avance, você deve investir num estilo de vida mais saudável:

1.   Dieta

Uma dieta saudável, inclui frutas, legumes, cereais integrais, carnes magras ou peixe, pois ajudarão a manter a pressão arterial baixa.

2.  Atividade física

O exercício físico regular é ideal para manter níveis saudáveis de pressão arterial.

Ele também ajuda a controlar condições crônicas, como diabetes e doenças cardíacas.

O paciente deve procurar um profissional para criar um programa de exercícios adequados à sua idade, peso e saúde.

3.  Evitar certas substâncias

Isso incluem drogas, certos remédios e muitos produtos de beleza.

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