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Feliciano propõe corte de 50% dos salários de deputados para ajudar no combate ao Covid-19

Em um momento de concentração de esforços para superar a crise do Covid-19, o pastor e deputado federal Marco Feliciano propôs um corte de 50% nos salários dos parlamentares, como forma de contribuição às contas públicas.

A iniciativa, com mais poder de simbolismo do que efeito prático nas contas – os salários dos 594 parlamentares federais isoladamente não representam o principal entrave para o orçamento – visa indicar ao povo que o sacrifício momentâneo é coletivo.

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“Em solidariedade ao povo brasileiro e como forma de bom exemplo, protocolarei projeto de lei para reduzir pela metade os salários de deputados e senadores durante os próximos 6 meses”, publicou Feliciano em sua conta no Twitter.

Outro ponto destacado pelo deputado foi a proposta de destinação dos R$ 2 bilhões do fundo eleitoral que abastecerá as campanhas municipais. Feliciano disse apoiar a medida como forma de garantir que o povo brasileiro tenha a melhor estrutura de saúde possível durante a pandemia.

Ainda a respeito do corte de salários parlamentares, o pastor estima que a economia obtida com a medida seja de R$ 60 milhões caso o Senado também confirme a adesão.

Em entrevistas recentes, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou que estuda propor o corte integral dos salários parlamentares, e que deixará aberta a possibilidade de destinação dos R$ 2 bilhões do fundo eleitoral para o combate ao coronavírus.

“Se é no fundo eleitoral ou partidário, que podem representar R$ 2,5 bilhões, não vejo problema, que se use. Agora, nós precisamos entender: a Saúde vai precisar de quanto? De R$ 50, R$ 100, R$ 150 bilhões. Só um projeto de suspensão do contrato de trabalho para contratar o seguro-desemprego vai custar quanto? De R$ 80 a R$ 100 bilhões. Por isso, a gente não precisa estar preocupado com gastos que tem previsão futura. Temos que usar qualquer rubrica” disse Maia em entrevista à emissora CNN Brasil.

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O presidente Bolsonaro, disse Maia, tem “liberdade para usar todo o orçamento e ampliar o gasto” uma vez que o estado de calamidade pública estabeleceu ampliação dos poderes do governo para que a pandemia de Covid-19 seja combatida.

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